Oficina FU adere ao Freedom e descomplica logística após experiência traumática

A média de duas mercadorias perdidas por semana, com ônus que chegou à casa dos R$ 1.000, fez os sócios da empresa de armarinhos buscarem a Mandaê para cuidar de suas remessas vendidas pelo e-commerce. “Eu disse: ‘não dá mais!’. [Com a Mandaê] O atendimento é personalizado, não perdemos mais tempo solucionando problemas com envios. A maioria das entregas são feitas antes do prazo”, destaca a empresária Luciana Carinhato. “Agora, eu consigo desafogar o meu tempo para pensar em estratégias de comunicação”, salienta. Confira a história desta parceria.

Em novembro de 2011, a fusão de um estúdio de encadernação com um ateliê deu origem à Oficina FU. O nome curioso tem origem nas duas empresas anteriores, intituladas a partir de referências da literatura brasileira e da cultura espanhola.

“F” vem de Finisterre, cidade espanhola que marca o destino final do famoso caminho de Santiago de Compostela, a qual a sócia Luciana Carinhato considerou como a mais marcante daquela experiência. Já o “U” é uma menção ao livro Urupês, obra-prima do escritor Monteiro Lobato, cujo sócio Ricardo Ferreira nutre profunda admiração.

Os empresários, num primeiro momento, eram professor e aluna do curso de encadernação. Quando viram que podiam aliar forças e empreender, além das aulas que Ricardo seguiu oferecendo, ambos passaram a receber encomendas de peças para brindes ou lembranças de casamento. Tudo muito simples, que não somava mais do que 50 artigos.

Para além dos materiais exclusivos de encadernação (know-how da Oficina FU), em poucos meses, o leque da pequena empresa também passou a comportar itens para cartonagem, costura, patchwork, tricô e crochê. Hoje são mais de 4.000 peças distintas de armarinho à disposição dos clientes, “que vão dos oito aos 88 anos”, brinca Luciana.

Assim como nos contos de Urupês, que têm de pano de fundo um Brasil que começa a se industrializar no século XX, vivendo a dicotomia entre o rural e o urbano, o velho e o novo, os donos da Oficina FU entenderam que precisavam ir além do discreto quarteirão na Rua 1° de Janeiro, na Vila Clementino (SP), o que ocorreu com a fundação do e-commerce em 2013 – hoje, ambas as lojas possuem dinâmicas autônomas, sendo que a virtual já tem leve faturamento superior à física.

“A nossa presença na internet era através de um blog e de um e-mail. Um dia as pessoas começaram a me perguntar se eu vendia determinada linha para costurar. Eu calculava o frete na mão e passava o valor aos interessados. Então a pessoa fazia o depósito e eu enviava o pedido. Algo bem amador. Somente em 2012, eu comecei a fazer um site padrão, uma lojinha online bem simples, que tinha a mensalidade em torno de R$ 50”, relembra a empresária.
 

Com um e-commerce profissional, uma logística profissional para Oficina FU

 
O crescimento da loja virtual da Oficina FU exigiu, por consequência, operações logísticas profissionais. Como a maioria dos pequenos e médios e-commerces fazem de imediato, a dupla trabalhava exclusivamente com os Correios.

A experiência, no entanto, não era das mais positivas. Os problemas eram recorrentes, com baixa resolução e não havia sinalização para melhorias por parte da empresa. “A extinção do e-Sedex foi a gota d’água”, aponta Carinhato. Ricardo Ferreira, porém, havia lido sobre outras formas de envio e sugeriu à parceira que experimentasse novas empresas.
 
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“Eu enrolei por um tempo até tomar esta decisão, mesmo com muitos atrasos nas entregas. Algumas vezes eles levavam até 15 dias a mais do que o prazo para entregar. Em março, antes de fechar com a Mandaê, eu tive seis pedidos entre roubados e extraviados em uma semana, sendo que um deles custava R$ 600. Então eu disse: ‘não dá mais!’”, relembra Luciana Carinhato.

A sócia da Oficina FU ainda enfatiza que o enorme tempo destinado ao acompanhamento dos envios era um incômodo para a empresa, porque, irremediavelmente, eles apresentavam complicações – a média era de duas situações de contratempo por semana.
 

Problemas logísticos da Oficina FU foram resolvidos pela Mandaê

 
Oficina FU chegou à Mandaê ao final de abril de 2017 após quase um ano de flerte. Em poucos meses, a escolha do serviço Freedom se mostrou a mais adequada, já que este otimizou as operações da empresa, que despacha seus artigos para todo o Brasil.

“O atendimento é personalizado, não perdemos mais tempo solucionando problemas com envios. Se existe algum atraso, eu passo para a pessoa responsável que atende a minha conta na Mandaê e o problema é resolvido rapidamente”, constata.
 
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A Oficina FU solicita a coleta sob demanda do Freedom, porque estipula um prazo de entrega em seu site, o qual prima por cumprir. Assim, necessitam faturar uma taxa de serviço por coleta. A recomendação, porém, é que os clientes acumulem o máximo de pedidos antes de solicitar a retirada, uma vez que ocorre isenção para aqueles que despacham acima de 20 itens ao dia.

“Realmente a maioria das encomendas da Mandaê são entregues antes do prazo. Geralmente dois dias antes. Mesmo que tenhamos que pagar a taxa de serviço por coleta, vale a pena. Eu acho que é vantajoso porque eu fiz um levantamento do prejuízo que eu tive no último mês [março] com o parceiro logístico anterior e foi de quase R$ 1.000. Com as taxas da Mandaê, eu gasto cerca de R$ 300. E caso haja erro, somos reembolsados bem rápido”, explica Luciana.
 

Oficina FU cresce e ganha tempo para pensar em estratégias de comunicação

 

Em maio, a Oficina FU despachou 165 encomendas; no mês seguinte foram 197 remessas. Luciana Carinhato ressalta que, após descomplicar a forma de enviar suas encomendas, conseguiu encampar melhores estratégias para a empresa, logo dando mais atenção aos seus clientes.

“A forma de entrega ficou muito mais profissional. Eu não tenho que me preocupar em fazer logística reversa, por exemplo. Aumentamos nossos volumes de encomendas, mas não posso dizer que tenha sido somente por conta da Mandaê. Agora, eu consigo desafogar o meu tempo para pensar em estratégias de comunicação e marketing para a Oficina FU”, resume.

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